Segunda-feira, 9 de Julho de 2007

PARTE 9 - NARCÓTICO

NUMA NOITE DE ABERRAÇÃO
 
 
O sorriso,
gerava na minha boca.
Estava a ambientar-me.
Por entre copos e pratos,
uma gargalhada,
o saber-se comportar.
Falava, observava.
Diferente do dia a dia.
O cigarro, café,
finalmente a viagem.
Cheguei, observei.
Nocturna caserna.
Uma falava,
outro penteava,
havia um que cantava.
Queda, precipício.
Caí lá no fundo.
Levantei-me,
tentei caminhar em vão.
Começo, observo.
Deixei-me levar.
Quando já ia noite,
parecia sem fim.
Houve alguém que me lembrou,
o que mais parecia,
ou talvez fosse,
um sermão dominical.
Contemplado pela ira,
pelo mau estar.
Pelos céus começou,
cá dentro estalou,
como se fosse vidro.
 
Personagem despedaçada.
No fim, a verdade.
publicado por Gilberto Vicente às 11:50

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